Biblioteca Escolar

O Nuno escapa à Gripe A


 
O Nuno escapa à Gripe A é um livro digital de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, com a supervisão da Direcção Geral de Saúde e que está integrado no Plano Nacional de Leitura.
Clica na imagem e vê e ouve a história.
No final, higieniza o computador que utilizaste. Agora já sabes como ser mais esperto que a Gripe A.
 

Comemoração do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

 
No dia 26 de Outubro de 2009, realizou-se a comemoração do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, no auditório e na biblioteca da Escola Secundária Fernão Mendes Pinto, contando com a presença do actor e produtor Júlio Martín.
Foi das apresentações feitas no auditório de que mais gostei, quer pela área a que estava relacionado o convidado, quer pela forma divertida e acessível como comunicou com os alunos e como apresentou os contos, relacionando os temas e a moral da história com situações que estão no nosso dia-a-dia, de que todos fazemos parte.
Tal como o nosso convidado disse, as pessoas cativam-nos pela forma como contam histórias e foi assim que Júlio Martín cativou toda a minha atenção e o respectivo interesse e curiosidade em ler as obras referidas.
De todas as versões contadas, a que me suscitou mais interesse foi a versão de Manuel António Pina e Paula Rego, pela dimensão da mensagem que transmite e por não perder por completo a fantasia do conto que, a certa altura, se mistura com a realidade. Podemos compreender nesse conto a evolução da menina, a passagem de adolescente para mulher, apesar de ter sido comida pelo lobo, e a presença da mãe, que retrata a “Capuchinho-mulher”.
Também é importante destacar as marionetas que estavam na sala, um trabalho manual muito bem feito, especialmente a avozinha.
Tive pena de não poder ver a representação com fantoches em inglês pelos alunos do 7º ano…
Por último, gostaria de felicitar a professora Carla Crespo por nos ter dado a possibilidade de assistir à apresentação dos contos por um convidado especial e do mundo do teatro que, para além de ter feito uma magnifica apresentação, elogiou e caracterizou todo o universo do espectáculo de forma tocante.
Inês Almeida,
11º 5

 

Little Red Riding Hood: alunos do 7º1 animam com fantoches versão inglesa do Capuchinho Vermelho

 
 
 

 
 
No dia 26 de Outubro, na festa das Bibliotecas Escolares, a sala 38 encheu-se, para além das expectativas e das cadeiras disponíveis. Era grande a vontade de participar e de assistir à encenação da História do Capuchinho Vermelho por um grupo de alunos do 7º1, coadjuvados pela Professora Carla Coelho, de Inglês.
Em duas escassas semanas, os pequenos artistas amadores treinaram texto e voz e com muita pujança se fizeram ouvir junto de cerca de cem pessoas, entre professores e alunos, do 7º ao 10º ano, do currículo regular e de Cursos de Educação e Formação.
Bem os petizes projectaram as suas vozes, aliás, as das personagens, treinadas e expressivas, provocando a atenção e o silêncio do público. A sua locução audível e em correcto inglês tornou expressiva a história, que todos entenderam e seguiram com agrado.
Por detrás do pano preto, as figuras desfilaram em coloridos fantoches, que nos trouxeram o universo da menina que desobedece à mãe e dá dicas a um lobo sequioso de saber onde ela mora…
 
Lobo? Estaremos no Jardim Zoológico?
 
Lobos, perigo…
O debate seguiu-se à dramatização, com o objectivo de tornar consciente o papel sempre actual dos contos tradicionais. Foi então que o aluno Miguel, de 11 anos de idade, interveio com convicção: “temos de estar alerta por causa dos perigos da internet”, os lobos da sociedade de hoje. “Não podemos dar os nossos dados quando estamos no Hi5 ou no Facebook, porque qualquer pessoa que perceba de programação informática pode retirar esses dados”. Qualquer programador mal intencionado, acrescentámos, a esta lição de cidadania de um adolescente advertido.
E assim a dimensão moral e pedagógica dos contos populares continua a seduzir e educar geração após geração.
 
 
 

As histórias da nossa vida… As histórias na nossa vida…


O Mês Internacional das Bibliotecas Escolares foi comemorado com a presença de Júlio Martín, actor e produtor de espectáculos que aceitou o convite de vir contar uma história. A lição, porém, a todos surpreendeu…
O experiente profissional do Teatro Nacional D. Maria II, do Teatro Maizum, das vozes de filmes de animação e de locução em canais como “História”, “Biografia”, “Discovery”,etc. começou por nos explicar a importância das histórias na nossa vida, a relevância da forma como são contadas, daqueles a quem as contamos e do modo de saber contá-las.
Entretanto, mostrou-nos a sua capacidade em contar histórias e cativar a audiência, com quatro ou cinco versões diferentes da original e tradicional História do Capuchinho Vermelho, das quais: Os melhores contos dos Irmãos Grimm, A História do Capuchinho Vermelho no século XXI, A História do Capuchinho Vermelho contada a crianças e nem por isso por Manuel António Pina segundo desenhos de Paula Rego, Contos de fadas politicamente correctos e Histórias em verso para meninos perversos, não deixando escapar as suas diferenças.
 
Como escrevia a aluna Rute Pratas, do Curso de Línguas e Humanidades, 11º5:
 
“Achei todas as histórias e versões muito curiosas e interessantes, ainda mais com aquela encenação improvisada com a participação de cinco alunas e um aluno a interpretar as personagens de A História do Capuchinho Vermelho contada a crianças e nem por isso por Manuel António Pina segundo desenhos de Paula Rego”.
 
A vida das marionetas
 
Júlio Martín deu ainda vida às marionetas expostas, soltando o seu lado mais divertido, de fácil interpretação e protagonização das personagens, conseguindo também despertar quem assistia, levando o público a rir e a participar. Assim, as marionetas construídas para o efeito pela professora Branca Meira, de Educação Tecnológica, e vestidas a rigor segundo os desenhos de Paula Rego que serviram de inspiração à história, marcaram a sua presença viva nas mãos do actor/produtor de espectáculos. A avozinha chorou ternamente pela sua netinha, que não via há tempos; o lobo vangloriou-se da sua cauda de pêlo (o Engenheiro Lobo, num misto de ficção e realidade, como no-lo retrata Manuel António Pina); e a mãe passeou com elegância, ostentando a pele do animal com que, depois de o ter matado, fez uma estola para exibir às colegas no escritório, provocando a inveja do universo feminino. Foram estas as personagens habilmente vestidas pelas professoras Cecília Lourenço e Conceição Marques. As professoras de Matemática, no seu afã de promoverem a leitura, também se transfiguraram em figurinistas e o resultado deste trabalho de equipa pode agora ser visionado na Biblioteca, onde estão expostas as marionetas, a que não falta a menina, com o seu Capuchinho Vermelho.
 
Com a sessão-espectáculo, todos riram e aplaudiram; muitos se envolveram; todos aprendemos a arte de cativar pelo movimento, pelo saber contar, pela estreita singularidade de voz, movimento, personagens, sonhos e fantasias, que só um livro pode conter!
 
 
Rute Pratas, nº21- 11º5
Mª Carla Crespo, Professora
(Texto a quatro mãos, numa aula de Literatura Portuguesa)
 

Dinamizadora da Leitura promete dinamizar Educação

Isabel Alçada é o nome proclamado como Ministra da Educação.
Coordenadora do Plano Nacional de Leitura e conhecedora das escolas e das bibliotecas escolares, a nova Ministra afigura-se um sopro de esperança na política educativa.
 
 

PARTICIPA NO CONCURSO CINELIVROS E GANHA PRÉMIOS

Assiste a filmes sobre livros ao longo de toda a semana na sala polivalente da tua escola.
 
Dia 19: A maior flor do mundo
Dia 20: A Turma
Dia 21: A Lenda de Desperaux
Dia 22: O leitor 
Dia 23: O incrível rapaz que comia livros
 
Consulta o Regulamento do Concurso na poli e ganha prémios. A maior riqueza que proporcionamos é o conhecimento de obras adaptadas para cinema e de filmes nos quais o prazer da leitura transforma a vida das suas personagens!
 
Gostaríamos que transformasse a tua vida também, neste mês de Outubro, MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES.

Concurso "Ligados graças às Línguas"

No passado dia 26 de Setembro, comemorou-se o Dia Europeu das Línguas.
Para assinalar o evento, realizou-se na Escola Secundária Fernão Mendes Pinto uma actividade intitulada ”Ligados graças às Línguas”, promovida pelo Departamento de Línguas em colaboração com a Biblioteca Escolar.
Esta actividade desenvolveu-se a nível de turma, nas disciplinas de línguas e das áreas curriculares não disciplinares, no Ensino Básico.
O vencedor é o grupo da turma 6 do 8º ano constituído pelos alunos: Neuza Refólio, Cláudia Dias, Anastasiya Kucherenko e Jacilene Lopes.
A entrega dos prémios terá lugar na sala 38, no próximo dia 26 de Outubro, dedicado à Comemoração do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.
 
 

Surpresa da Academia Sueca

Herta Muller, escritora alemã de ascendência romena, venceu o PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA. 
 
 
 

Alimento cinéfilo

Em plena FESTA DO CINEMA FRANCÊS, o Aqui há Ratos... delicia-se com a programação anunciada. Pequenos filmes de animação para os mais novos, que enternecem pais, avós, professores e educadores  e ajudam a reflectir sobre a tecnologia e a sociedade moderna, o amor e as contrariedades da vida, a ecologia, a guerra, a liberdade, a justiça, as fábulas e os animais...  
 
 
Mesmo aqui ao lado, na Fnac do Forum Almada. Espreita a programação paralela em  http://www.festadocinemafrances.com/

Identidade

Nasci nesta madrugada...
 
 Feio, esquálido, subnutrido, vi a luz do dia, ou melhor, da noite, numa biblioteca. Como a minha mãe estava cansada de um parto doloroso entre os links da blogosfera (fatigante tarefa!),  soergui a cabeça e logo comecei a vasculhar com que me alimentar, com que nutrir o meu corpo de recém-nascido e a minha alma sedenta de vida, de ficção, de conhecimento e aventura. E foi assim que publiquei algumas saídas para verdadeiro deleite da mente e do espírito, daqueles que nos fazem perder o apetite ou esquecer e adiar uma fome voraz. A minha fome passou a ser outra: a fome de livros.  
 
 
 
 
A minha fome - e desculpem um olhar tão especificamente egocêntrico, fazendo girar o olhar de todos sobre a minha natureza- é uma fome de livros, disse-o já. Livros digitais, mas também livros com cores e sabores, com texturas variadas. Livros eruditos e sábios, que só os mais argutos e experientes ousarão folhear, mas também livros acessíveis a todas as idades e personalidades. Livros recentes e livros que fizeram história e construíram muitas estórias no universo de milhares de cidadãos...
 
Livros com tacto, cheiro, prazer. Livros com suor e trabalho. Livros com resistência, que depois se tornam suporte inelutável de vida, de saberes e da construção do ser. 
 
A minha fome é voraz e preciso de outros leitores para partilharem as suas leituras, os seus autores, as suas bibliotecas preferidas...Aqui fica o desafio.
Agora vou almoçar. Tenho um livro à minha espera.