O CHEIRO A TINTA

No Dia Nacional das Bibliotecas Escolares, João Pedro Correia, como era conhecido na escola, falou-nos das bibliotecas e da escola como lugar de experiência.

O cheiro a tinta e a papel e a arquitetura de um jornal são um fascínio que experimentou pela primeira vez na escola e que perdura até hoje. "Gosto do toque do papel e do cheiro da tinta", menciona no seu currículo este devorador de letras impressas e digitais, que não deixou de referir a importância dos "amigos para a vida" que a escola também proporciona, a par de muitos outros saberes complementares, inimagináveis quando se é aluno, mas que estendem horizontes quando, por exemplo, se é jornalista e se estudou Geologia. "Também há ministros e deputados do ambiente, explicou, e o saber interdisciplinar é uma mais-valia de que só nos apercebemos quando estamos no terreno".